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7 dicas para ter sucesso no financiamento da casa

16 de março de 2020
Atualidade Crédito HabitaçãoArtigo
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Para ter êxito na compra de casa é muitas vezes necessário também ter êxito na aprovação do Crédito Habitação. Por isso, se está a pensar comprar casa e necessita de financiamento, o melhor é recorrer a um Especialista em Crédito Habitação. Quanto mais cedo o fizer mais rápido saberá que imóvel pode comprar, tornando o processo de procura mais simples e rápido.

Se está a pensar comprar casa e necessita de financiamento, aqui estão os sete aspetos que deve ter em conta e que são mais valorizados quando se analisa o Crédito Habitação:

1. Estabilidade dos Rendimentos

Este é um dos aspetos essenciais na concessão de Crédito Habitação – que os titulares possam cumprir com o pagamento da prestação mensal, inclusivamente num cenário em que as Taxas de Juro aumentem. O princípio é que depois do pagamento dos encargos com a Habitação (prestação de crédito e seguros) o rendimento do agregado familiar seja suficiente para fazer face aos restantes encargos do dia-a-dia. Assim, por norma, o encargo com o Crédito Habitação não deve superar os 35% ou 40% do rendimento do agregado familiar.

Para apurar o rendimento do agregado familiar consideram-se os rendimentos fixos dos titulares que sejam regulares. Rendimentos pontuais como prémios, comissões e outros rendimentos extra podem deturpar a real capacidade financeira dos clientes, por isso, geralmente não são considerados na sua totalidade.

Assim, quando apresentar o seu processo para análise procure reunir o máximo de documentação e informação possível e que comprove os rendimentos fixos e variáveis do agregado familiar. Recibos de vencimento que comprovem a regularidade de rubricas e os vencimentos extra, extratos bancários a comprovar a entrada na conta dos valores extra ou outros comprovativos que comprovem a regularidade dos rendimentos, vão ajudar a determinar a capacidade de endividamento e o financiamento que pode ser concedido.


2. Estabilidade Profissional

Este é outro aspeto essencial da análise do risco no Crédito Habitação e sobre o qual se baseia a decisão do empréstimo. Para cumprir com as responsabilidades de Crédito e com as prestações mensais é essencial que os clientes deem garantias à Instituição Financeira de possuir estabilidade profissional. Assim, fatores como a antiguidade na empresa, o tipo de contrato de trabalho, a qualificação da profissão ou a dimensão da empresa são importantes para definir a estabilidade profissional.

Da situação mais dificilmente financiável (desempregados) até à situação ideal (funcionários efetivos em grandes empresas e com antiguidade) pode-se dizer que a definição do perfil dos clientes é muito influenciada pela sua situação profissional e pelas perspetivas de futuro no emprego. Situações profissionais que revelem maior estabilidade profissional tendem a ser positivamente valorizadas face a situações que revelem menos estabilidade.

Para análise do pedido de Crédito Habitação será solicitado a entrega de uma declaração que ateste a data de entrada na empresa e o vínculo laboral atual com a empresa.


3. Envolvimento na Operação

Longe vão os tempos em que o financiamento para aquisição de habitação era concedido a 100%. Atualmente é imprescindível o envolvimento dos clientes na compra de casa o que pressupõe que quem quer comprar casa invista algum capital. Essa capacidade de poupança e a quantia que os clientes entram na operação são aspetos muito relevantes e que pesam na análise de risco da operação.

Se está a pensar comprar casa só nos próximos meses considere começar a colocar algum dinheiro de parte para investir na compra ou, por exemplo, para suportar as despesas. Saiba que quanto maior for a entrada com capital próprio na operação, ou seja, quanto menor for a percentagem de financiamento pedida face ao valor do imóvel, menor o risco, logo melhores poderão ser as condições financeiras atribuídas. Se procura uma taxa de juro mais baixa, então está é a melhor forma de o conseguir.


4. Taxa de Esforço e Rácios de Endividamento

Estes são os dados onde se materializa a capacidade de endividamento dos clientes e se determinam se os encargos assumidos representam uma percentagem lógica e coerente face aos rendimentos do agregado familiar e as restantes despesas/encargos desse agregado. Geralmente são estes dois dados – o peso que o encargo com o Crédito Habitação representa no rendimento total (Taxa de Esforço) e o rendimento disponível após o pagamento das responsabilidades de crédito com a habitação – que determinam a viabilidade do Empréstimo.

Assim, o ideal é escolher um imóvel coerente com a situação financeira do agregado familiar. Antes de escolher um imóvel procure saber qual o valor de prestação correspondente ao empréstimo que será necessário para adquirir esse imóvel, se esse encargo é suportável pelo agregado familiar e se a Instituição Financeira está disposta a assumir o risco da operação. Se vai necessitar de financiamento para a compra, de nada vale ver imóveis acima da capacidade de endividamento e que depois não pode comprar, ou que se pode transformar num encargo insuportável para o seu agregado familiar.


5. O Projeto

Uma vez analisada a situação profissional é imprescindível conhecer alguns aspetos relacionados com o projeto de compra de casa. Porque motivo se está a comprar casa, qual o destino da habitação, qual a composição do agregado familiar, qual o estado civil dos proponentes, as suas idades, o seu histórico bancário e o seu comportamento passado com outros compromissos de crédito. Estes são alguns aspetos que também são analisados.

Um Crédito Habitação é uma relação a dois, entre cliente e Instituição Financeira, por isso, é importante estabelecer uma relação de confiança e de transparência que conduza ao envolvimento de ambas as partes no negócio. Se a Instituição Financeira o conhecer bem e ao seu projeto será mais fácil defender a operação durante a análise de risco. Por isso é importante enquadrar bem cada processo de Crédito Habitação e todos os pontos fortes a favor.


6. O Imóvel a Adquirir

O imóvel é a garantia para a Instituição Financeira relativamente ao montante de Crédito concedido. Assim, a localização, a tipologia, o estado de conservação do imóvel, as características urbanísticas, o mercado imobiliário circundante, o valor dos imóveis semelhantes à venda são alguns dos dados que hoje em dia podem condicionar a viabilidade do Crédito Habitação.

Por isso é importante certificar-se que o imóvel que está a adquirir possui um valor de mercado justo, que o seu preço é competitivo face a outros imóveis semelhantes à venda na mesma zona, que se localiza numa zona com potencial imobiliário e que a casa que está em boas condições. Além de ser importante para a determinação do valor do imóvel que vai servir de garantia do empréstimo, se um dia quiser vender esse imóvel, terá maiores chances de recuperar o investimento, ganhar dinheiro com a venda ou, pelo menos, que o imóvel não desvalorizou consideravelmente.


7. Os Reforços Necessários

Por fim, quando algum dos aspetos anteriores não é de todo favorável na análise de risco, é possível reforçar a operação com algumas garantias adicionais, como a apresentação de fiadores ou de uma garantia imóvel adicional. Estes reforços diminuem o risco da operação e demonstram maior envolvimento por parte dos clientes, o que representa um aspeto positivo na análise de risco. No entanto, estas garantias adicionais não devem compensar situações em que os titulares não possam fazer face com os seus rendimentos ao encargo que estão a assumir.

Caso seja necessário, procure reforçar a operação com fiadores ou até mesmo com um imóvel de familiares que possa ser dado como garantia do empréstimo. Mas não se esqueça que deve ser o primeiro a adotar uma atitude responsável, procurando um imóvel e um montante de financiamento ajustado à sua situação financeira e às suas reais possibilidades.



CONCLUSÃO:

Quando comprar casa e contratar um Crédito Habitação não se esqueça que está a assumir um encargo para a vida, ou pelo menos para um longo período de tempo. Os imprevistos acontecem, a família cresce e surgem novas necessidades e custos durante o percurso. A casa é um bem essencial, é o lar da família e um importante investimento, mas é preferível ter uma atitude conservadora e pedir um empréstimo abaixo da capacidade máxima de financiamento, que permita viver sem sobressaltos e sem sacrificar o estilo de vida. Uma boa decisão deste investimento, pode significar muitos anos de tranquilidade.

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