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    Crédito habitação jovem: Saiba o que é mais importante

    12 JAN 2021
    Tempo de leitura: 4 Minutos
    ESCRITO POR UCI
    Crédito habitação jovem: Saiba o que é mais importante

    Quer saber mais sobre o crédito habitação jovem? Siga os nossos 4 conselhos.

    Comprar casa pode parecer algo assustador, mas se avaliar bem os prós e os contras pode ser a decisão mais acertada, com benefícios financeiros a médio/longo prazo, caso tome a decisão certa no crédito habitação.

    Se ainda não sabe bem o que fazer, aqui estão 4 conselhos para que possa tomar a melhor decisão.

    1. Avaliar bem as vantagens da compra de casa face ao arrendamento

    A opção pelo arrendamento muitas vezes, tem por base a ideia de que esta é uma forma de gastar menos dinheiro, mas nem sempre é assim.

    Um crédito habitação jovem também pode ter vantagens e permitir poupar dinheiro.

    É certo que, no caso do arrendamento, o compromisso é menor e os custos não tem a mesma dimensão que a compra de uma casa, mesmo no caso do crédito habitação para jovens. Mas já se verifica em alguns casos pedidos de vários meses de caução ou renda pelos senhorios.

    Recorrendo a um crédito habitação jovem para compra de casa é provável que precise de dar algum valor de entrada e ter de lado algum dinheiro para os custos iniciais. Mas também no arrendamento o compromisso é cada vez maior, e as diferenças entre comprar e arrendar já não são as mesmas do passado.

    Se os preços para aquisição de um imóvel aumentaram nos últimos anos, também os do arrendamento aumentaram muito. Na realidade a prestação mensal do crédito habitação jovem é, em muitos casos, inferior ao valor da renda.

    Optando por um crédito habitação jovem estará a investir em algo seu, o que não acontece no arrendamento.

    Comprar casa será sempre um investimento e não tem necessariamente de ser para toda a vida. Pode sempre vender ou recorrer a uma solução de crédito habitação para trocar de casa.

    Leia ainda: Empréstimo habitação ou arrendar casa: qual a melhor escolha?

    2. Ser realista na avaliação da situação financeira

    Algo fundamental para que todo este processo corra bem é que seja realista na avaliação da sua situação financeira.

    O início da vida adulta é o início de um caminho com várias portas. A ambição faz-nos por vezes olhar de forma otimista para o futuro, projetando melhorias da situação financeira que podem não se concretizar. Portanto o melhor a fazer, é focar-se na sua situação atual.

    Tente perceber, mantendo essa situação a longo prazo, sem contar com melhorias que não controla, quanto pode gastar e se é viável avançar com um crédito habitação jovem.

    Leia ainda: Qual é a sua taxa de esforço para crédito habitação?

    3. Dar o maior valor de entrada possível

    Ao avançar com um crédito habitação jovem, ter um valor alto de entrada poderá não ser possível.

    Nos primeiros anos de trabalho, ou não se tem o valor necessário, ou não se quer abrir mão dele.

    Nessa altura lembre-se que poderá ser dono da sua própria casa e quanto maior a entrada, melhores as condições que poderá negociar no crédito habitação jovem. Isso pode-se traduzir em menores encargos mensais com a prestação ou mesmo no total do crédito habitação.

    Comprar casa é apostar no seu futuro e um crédito habitação jovem é um bom passo para assegurar esse futuro.

    4. Avaliar os custos totais do crédito habitação jovem

    No momento de avaliar uma proposta de crédito habitação jovem, a tendência é colocar o foco no valor da prestação e do spread. Isto poderá resultar numa opção que, no final, pode sair mais cara.

    É importante perceber, antes de mais, que escolher uma prestação mais baixa, alargando o prazo do empréstimo ao máximo, significa pagar mais juros durante mais tempo. Ou seja, pagar mais para ter acesso ao mesmo dinheiro.

    Perceber que o spread, é apenas um dos custos do crédito habitação, é outro aspeto importante.

    Se quer escolher a proposta mais competitiva, verifique a informação dos custos totais do empréstimo, comparando o MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor) e a TAEG (Taxa Anual de Encargos Efetiva Global).

    Escolher a proposta mais vantajosa é apostar no seu futuro, garantindo assim que poupa recursos e algum dinheiro a médio/longo prazo.

    Comprar casa não é uma despesa, é um investimento em si e no seu bem-estar.

    Num momento tão importante da vida, é bom criar condições para que possa prosperar nos próximos anos, começando por ter algo seu.

    Escolher bem o seu crédito habitação jovem é algo que lhe pode trazer todas essas vantagens.

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